Depois de semanas de tratamento e melhora, a recaída chega como um balde de água fria. A família sente que perdeu tudo. A pessoa sente vergonha. E os dois pensam em desistir.
Mas recaída não apaga o que foi conquistado. A dependência é uma doença crônica, e recaídas fazem parte do quadro de muitas doenças crônicas. O que define o resultado não é a recaída em si — é o que se faz depois dela.
O que a recaída não é
Ela não é um retorno ao ponto zero, nem prova de que o tratamento "não funcionou", nem sinal de que a pessoa não tem jeito. Encarar assim só alimenta a culpa — que, por sua vez, empurra de volta ao uso.
Os próximos passos
- Acolher, não punirVergonha e culpa afastam do tratamento. Acolhimento aproxima.
- Entender o gatilhoO que aconteceu antes? Identificar o gatilho ajuda a evitar a próxima.
- Retomar rápidoQuanto antes a pessoa voltar ao acompanhamento, menor o estrago.
- Ajustar o planoA recaída mostra o que precisa ser reforçado na prevenção.
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